Monday, December 24, 2007

Saturday, December 22, 2007

C-C-C-COMBO BREAKER!

Jenna says: I
Jenna says: l
Jenna says: o
Jenna says: v
Jenna says: e
Jenna says: y
David says: C-C-C-COMBO BREAKER!
Jenna says: what the **** is your problem?
Jenna says: why do you always do that?

Wednesday, December 5, 2007

Sunday, November 25, 2007

Thursday, November 22, 2007

Thursday, November 15, 2007

Wednesday, November 14, 2007

Sunday, November 11, 2007

Saturday, November 10, 2007

Thursday, November 8, 2007

Caça ao Tesouro


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Tuesday, November 6, 2007

Wednesday, October 31, 2007

Saturday, October 27, 2007

Friday, October 26, 2007

Tuesday, October 16, 2007

Monday, October 15, 2007

Bounce!

Nuno vê se mandas notícias!

Thursday, October 11, 2007

The Wilhelm Scream

Known as the "Wilhelm Scream", an inside joke for movie makers... this video provides a compilation of different movies using the scream, spading various genres.

Wednesday, October 10, 2007

Wednesday, October 3, 2007

Tuesday, October 2, 2007

Sunday, September 30, 2007

Thursday, September 27, 2007

Wednesday, September 26, 2007

Tuesday, September 25, 2007

Sunday, September 23, 2007

Thursday, September 20, 2007

Wednesday, September 19, 2007

Monday, September 17, 2007

Wednesday, September 12, 2007

Monday, September 3, 2007

Thursday, August 30, 2007

Saturday, August 25, 2007

Thursday, August 23, 2007

Saturday, August 18, 2007

Friday, August 17, 2007

Sunday, July 8, 2007

Thursday, June 21, 2007

Wednesday, June 20, 2007

Tuesday, June 19, 2007

Monday, June 18, 2007

Thursday, June 14, 2007

Cântico Negro - Sei que não vou por aí!

"Vem por aqui" - dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...

A minha glória é esta:
Criar desumanidade!
Não acompanhar ninguém.
- Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe

Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...

Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?

Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...

Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.

Como, pois sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...

Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tectos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...

Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém.
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.

Ah, que ninguém me dê piedosas intenções!
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou.
É uma onda que se alevantou.
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
- Sei que não vou por aí!

José Régio, "Cântico Negro"

Wednesday, June 13, 2007

Sunday, June 3, 2007

Construção

Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego

Amou daquela vez como se fosse o último
Beijou sua mulher como se fosse a única
E cada filho seu como se fosse o pródigo
E atravessou a rua com seu passo bêbado
Subiu a construção como se fosse sólido
Ergueu no patamar quatro paredes mágicas
Tijolo com tijolo num desenho lógico
Seus olhos embotados de cimento e tráfego
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe
Comeu feijão com arroz como se fosse máquina
Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
E tropeçou no céu como se ouvisse música
E flutuou no ar como se fosse sábado
E se acabou no chão feito um pacote tímido
Agonizou no meio do passeio náufrago
Morreu na contramão atrapalhando o público

Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado
Morreu na contramão atrapalhando o sábado

Chico Buarque, Construção

Friday, June 1, 2007

Saturday, May 26, 2007

O nosso sonho somos nós que o fazemos

O bem, o mal, a vida, a morte, amor, veneno...

Acordei, lavei a cara e olhei-me ao espelho
O tempo parou, mas eu por fora estou mais velho
E por dentro respiro fundo, deixo-me ir ao fundo
Conto pelos dedos as noites que já não durmo
Diz-me porquê tens tanta raiva por dentro
Converterei o teu ódio no mais profundo sentimento
Levarei os teus olhos a visitarem o meu interior
Dar-te-ei tudo o que tenho, em troca do teu amor
O calor e o reconforto do teu corpo que aquece o meu
Que com os anos vai parecendo morto
E a inocência desvaneceu-se no bater dos ponteiros do relógio
Pergunto-me a mim próprio
Guerra santa, fome tanta, religião profana
Não vês que o rumo da vida muda constantemente
Depende da opção tomada
Sê Homem e sofre as consequências dos teus actos
Ser-te-ão pagos na mesma moeda
Tudo aquilo que nos desejas terás o triplo dessa merda
Seja amor ou seja inveja
Afogam-se mágoas em canecas de cerveja
Situação ridícula, a vida é uma película
E nós os actores principais
E quando alguém morre não há duplos, são mortes reais
Nunca mais voltará a ser como era
A não ser os corações que continuarão a ser de pedra
A não ser as pessoas que continuarão a ser hipócritas
E quando nada tiveres todos te voltarão as costas
Mas na solidão encontrarás a consciência
Procura dentro de ti porque cada um vai por si

Quando o amor se torna veneno e a vida muda
Mas as impurezas purificam-se com chuva
São mágoas afogadas em águas passadas
Pessoas íntimas tornam-se inimigas
E o vento leva a memória das nossas vidas
Como folhas já castanhas, que o sol ilumina
As nossas almas, só mais uns dias
Dias quentes são noites frias.

Será que estás satisfeito com a vida que vives?
Olha para dentro um momento e quebra limites
Pessoas felizes voam como pássaros livres
Momentos alegres fazem esquecer cicatrizes
Das punhaladas nas costas daqueles de quem mais gostas
Da língua perversa que faz de ti assunto de conversa
Cuidado com a inveja e os efeitos nefastos
Sobre quem a venera e manifesta
Apresenta perdão ao teu irmão, de pomba branca na mão
Esquece o ego, cego, que enlouquece
E quando um rude golpe na alma a fizer rebentar
Quando já não tiveres mais lágrimas para chorar
O Amor cura, nunca caduca, o ódio fere
Existe a justiça solene, que resiste numa folha perene
Que não desiste, que persiste, enquanto não alcances não descanses
Pois nada será como dantes
Depois de buscas incessantes levaremos avante
O nosso barco a bom porto
Com o nosso suor, com o nosso sangue, o nosso povo sairá triunfante
Não existe diferença entre carvão e diamante
Tudo aparece no tempo certo, Deus nunca esquece o seu projecto
Sempre dará alimento, o universo conspira se for bom o investimento
Se o fim for altruísta a meta estará à vista, quem não arrisca, não petisca
Agora o egoísta que desista, nem insista à nossa vista
Se o fim se justificar o meio vai-se proporcionar
Pode demorar, pode desvanecer, mas nunca vai morrer
Nunca digas nunca, pois quando sem dificuldade se vence sem prazer se triunfa
Percebes?! É simples: faz as tuas preces, pedes e verás que recebes
Mas com calma, porque uma vez não são vezes
Não dês com a língua nos dentes antes de fazeres o que queres
Gastas energia com palavras e é só nos actos que perdes

As impurezas purificam-se com chuva
São mágoas afogadas em águas passadas
Pessoas íntimas tornam-se inimigas
E o vento leva a memória das nossas vidas
Como folhas já castanhas, que o sol ilumina
As nossas almas, só mais uns dias
Dias quentes são noites frias

Amor, veneno, um sentimento extremo
O maior pesadelo é acordar todos os dias como se fosse o mesmo
O medo faz-nos perder o horizonte dos nossos sonhos
Imbuído na dor tens de encontrar
Algo que verdadeiramente possas amar
Talvez um ritmo, talvez uma flor, talvez um filho
Talvez um sítio, uma sinfonia de violinos ou simplesmente o brilho da lua no rio
Envenenado, sai purificado da montanha
A brilhar como o azevinho, como o orvalho da madrugada
Sentimentos puros que se soltam
Como as últimas folhas de Outono levadas pelo vento
Mas elas voltam para te fazer brilhar na aurora da história
Porque como cristais, os cisnes ainda permanecem imaculados nos lábios da memória
Então aprendi, vivi o dia como se fosse o último
Senti a chuva como se fosse a última
Beijei a mulher como se fosse a única
O sofrimento numa guitarra, em dedilhado o nosso fado
Faz chorar as pedras da calçada
A caminho de casa, um sentimento triste invade as nossas almas
Pela falsidade envenenadas
Mas a verdade esconde-se por detrás das máscaras
A verdade esconde-se por trás das músicas
A verdade esconde-se por trás das túnicas
Que cobrem a face de belas escravas asiáticas
A beleza de poesias leva-te às falésias místicas
Onde o brilho do atlântico revela as vistas paradisíacas
E onde o espírito da luz se move sobre a face das águas límpidas
Respiro sons profundos
Envolvidos por bolhas de ar que libertadas de seres aquáticos
Elas sobem à tona e emergem enviadas dos mais complexos aquários
E nós não contemplamos, todos esperamos
Pelo dia em que a terra prometida vem
Pelo dia em que a paz vem
Mas isso é algo que vem todos os dias
Quando a lua nasce e quando o sol se põe

Quando o amor se torna veneno e a vida muda
Mas as impurezas purificam-se com chuva
São mágoas afogadas em águas passadas
Pessoas íntimas tornam-se inimigas
E o vento leva a memória das nossas vidas
Como folhas já castanhas, que o sol ilumina
As nossas almas, só mais uns dias
Dias quentes são noites frias

Real ou não real
Sentido e fatal, ao mesmo tempo
Amor, veneno, veneno, amor, veneno
É difícil ser lembrado mas é fácil ser esquecido
Amigo, inimigo, escondido o genocídio
O quinto elemento será a salvação das massas
Nas mãos erradas é uma faca com duas lâminas
Celibato mental contacto ou fenómeno psíquico
Mas a verdade é que ninguém sabe explicá-lo
Amor por vezes é comido pelo veneno
Onde um beijo se pode tornar no cunnilingus ou um demónio
No Ódio, o homem esconde mil e uma facetas
Umas dentro de outras, como bonecas holandesas
Mau carma, confiança, amor, desconfiança
Sentimentos platónicos divididos como castas
O que separa o amor do medo
Violência debaixo do mesmo tecto sobre a barreira do silêncio
Dedico estes versículos a todos filhos da puta sem testículos
Que transformam lágrimas de mulheres em gritos
Quando o amor se torna veneno a vida muda
E a semente do ódio é regada pela chuva

O amor parte de nós
Temos que começar a reflectir naquilo que damos
A reflectir naquilo que tiramos
E o nosso sonho...
O nosso sonho somos nós que o fazemos
A cada hora que passa
A cada dia que passa
É algo que pode estar presente
Em nós, a cada momento
Guardamos ressentimentos e ódio no nosso coração
Mas até mudarmos por dentro
Toda a gente na tua vida
Toda a gente na nossa vida
Há-de ir e há-de vir como o vento
A princesa das neves mais brancas
Também cria as nuvens mais cinzentas
E é ela que cria as tempestades mais frias e gélidas
Quando o amor se torna veneno
A vida muda..

Dealema, Quando o amor se torna veneno

Thursday, May 24, 2007

Um minuto de atenção pode mudar um destino

Sublinho e cito…o aplauso morre,
os prémios envelhecem e os acontecimentos são esquecidos
Aqueles que realmente triunfam não são os que têm credenciais,
são os que realmente se importam
À nova geração na frente da batalha,
na reinvindicação pelo direito à palavra
Na medicina, no ensino e na ciência,
e movimentos na defesa pelo verde no planeta
À mãe que teve a força de dar luz a um filho…
fruto da foda de um renegado malvado
A toda a classe construtiva e produtiva,
o país é a máquina e vocês a energia
Aos portugueses que migram pelos ventos
e quimeras de ofertas de uma vida mais decente
Prémio Nobel do instinto da vida,
para a mulher que é vítima e suporte da família
Homenageio-vos com música e poesia gratuita,
um pouco de humildade, sabedoria e boa vinda
Troféus sepultados pela poeira da existência,
velhice à adolescência o ciclo da vivência
Idosos apanhados pela solidão do tempo,
tou sentado na lua…consigo ouvir o vosso lamento
Um consolo é uma diferença de um amigo,
um minuto de atenção pode mudar um destino.

Refrão:
Os prémios envelhecem, as pessoas ficam
Quem serão as que realmente brilham…
O triunfo nasce mas é esquecido
Aplaudido por estrelas que partiram.

Quanto vale uma imagem, um registo um documentário,
uma filmagem, um sacrifício
Um prémio, medalha de mérito pelo risco,
aos que captam pedaços deste mundo em que vivo
Envio paz distante para amigos distintos,
e aos que lutam por causas com efeitos positivos
Um Nobel da esperança para todo o pobre,
temos lágrimas diferentes mas o mesmo sangue nobre
Vencedores envelhecem, memórias ficam,
prevalecem protegidas por astros que não brilham
Tantos nomes, tantas almas, tantas pessoas,
a homenagem é grande, mas as linhas são tão poucas
Milhares que vacilam como gotas numa clepsidra,
mas o reconhecimento vem depois da perda
Ser incógnito não é um problema…
ter orgulho é a vacina às cicatrizes da diferença
A virtude é como um quadro abstracto mas incompleto,
dêem luta nesta puta de vida, a sério…
Quantas mentes brilhantes no anonimato?
Quantas mentes falsas no estrelato?
Um abraço caloroso pelas raízes deste povo,
aprendam a reconhecer também quem vos é próximo
Os reais prémios vêm com o anoitecer,
e cintilam mediante o reflexo do teu valor…

Refrão:
Os prémios envelhecem, as pessoas ficam
Quem serão as que realmente brilham…
O triunfo nasce mas é esquecido
Aplaudido por estrelas que partiram

Fuse, "Nobel"

Sunday, May 20, 2007

Saturday, May 19, 2007

Friday, May 18, 2007

Desilusão

Que noite ontem...

Nós realmente somos o que fazemos e devemos ser julgados por isso.

Saturday, May 12, 2007


E tudo começou...

Friday, May 11, 2007

Respeito II

Respeito

Dizer que sim, quando no fundo queres dizer que não
Dizer que não, quando o que queres dizer é sim
Podes ter toda a bondade no coração
Mas é o brilho dos teus olhos que permanece no fim
Quando eu fecho os meus
Não te esqueças amigo que neste jogo somos todos réus
Não somos o que somos, somos o que fazemos
Eternamente julgados pelos bens que temos
O mesmo fazemos com quem nos rodeia
É assim a teia que quase sempre premeia
Quem não é justo e assume o falso custo
De um sorriso azedo no rosto
Porque tem medo de te encarar como mandam as regras
Leis da física mudam, corações são feitos de pedras
Duras como a sensação de uma desilusão
Quando não é sentida a força de um aperto de mãos
E todo aquele discurso foi feito em vão
É pena porque contigo eu partilhava o pão
Como se fosses um dos nossos
Mas tu foste logo atrás quando alguém atirou o osso
Ainda bem que assim aconteceu
Melhor cedo que tarde para descobrir esse jeito teu
E hoje dizes “valeu”, com orgulho
Pois eu leio-te a consciência através dos olhos

Tudo o que foi feito será um dia desfeito
Se não deres respeito aos que dão a cara e o peito

Tu que te escondes detrás de montes
Falas de falsidades, falsas identidades
Tudo o que fazes traz gases asfixiantes
Aperta o peito de teus semelhantes
Constante acção daquele que está longe do coração
Enquanto me cumprimenta, olha para o chão
Pois nos olhos não há senão
Eles são o espelho da podridão que te invade
E não te deixa respirar a verdade
Que te sopro como um irmão de sangue
Tu preferes ver-nos no ringue, em cantos opostos
Com a maldade estampada nos rostos
Fome, sede pelo poder e supremacia
Que um dia, como tudo, acaba
E tudo o que fizeste desaba na tua cabeça
Pois transformaste a tua vida numa peça de teatro
E o pano só desce quando fechas a porta do teu quarto
E na manhã seguinte sais para mais um acto
De uma história que te trará uma glória fugaz
E uma falsa paz
Que te come o corpo e a tua alma desfaz
Sê justo para quem merece
E para quem respeito te traz

Tudo o que foi feito será um dia desfeito
Se não deres respeito a quem dá a cara e o peito

Micro, "Respeito" (CD "Microlandeses")

Teste

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